“Pois o seu Criador é o seu marido, o Senhor dos Exércitos é o seu nome, o Santo de
Israel é seu Redentor; ele é chamado o Deus de toda a terra.” Isaías 54:5
A adoração é a capacidade de expressar e viver nosso amor e nossa reverência a Deus, nosso Senhor, Criador, Pai de todos e de cada um. No entanto, o cristão não deve ser mesquinho em termos de adoração; isso diz respeito à sua posição diante de Deus. Existem, no mundo e ao nosso redor, muitas pessoas que pensam que Deus existe de alguma forma, sob um nome ou outro. Mas isso não faz de todas essas pessoas adoradores. E mesmo o cristão pode não ser um verdadeiro adorador. Ele pode falar sobre o seu apego a Deus, até mesmo sobre a sua admiração, e isso é tudo. Ele pode considerar Deus como um conceito válido, como um mestre a se ouvir, como uma ideia a seguir; mas ser seduzido por uma filosofia, ou até mesmo por uma mensagem positiva, e se tornar tema de um mestre, e ainda não ser um adorador. Às vezes, imagina-se que louvor é adoração. Isso é em parte verdade, mas adoração é mais do que um canto ou um hino. O adorador é aquele que ama com paixão. Há nele uma fervorosa intensidade espiritual; algo de suspirante, de amante. Além disso, a Bíblia às vezes apresenta Deus como uma pessoa por quem nos apaixonamos. As palavras que ela usa lembram as de um amante. Isso explica por que ir a outros deuses é cometer adultério. Deus Pai se torna o amante e o povo de Israel Sua noiva. No Novo Testamento, Jesus, Filho de Deus, torna-se o Esposo e a Igreja a Esposa. O apóstolo Paulo usa imagens fortes ao escrever aos cristãos de Corinto: “O zelo que tenho por vocês é um zelo que vem de Deus. Eu os prometi a um único marido, Cristo, querendo apresentá-los a ele como uma virgem pura.” (2 Coríntios 11:2). Esse relacionamento intenso e profundo é um aspecto da adoração. Outra faceta da adoração é a capacidade de reconhecer em Deus o Senhor, o Mestre diante de quem nos inclinamos com respeito. Como se expressará a sua adoração hoje?

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